Dom Plínio faz visita e preside Missa na Fazenda da Esperança de Coroatá – MA

O Bispo de Picos, Dom Plínio José Luz da Silva, presidiu a celebração da Missa na noite de segunda-feira (2), na Fazenda da Esperança de Coroatá, Maranhão. A cerimônia religiosa foi concelebrada pelo Bispo Diocesano de Coroatá, Dom Sebastião Bandeira Coelho.

Dezenas de pessoas que lutam para se livrar da dependência química participaram da Missa. A maioria dos participantes é constituída de jovens que perseveram para se livrar das drogas.

A cidade de Coroatá, que possui 80 mil habitantes, fica a 542 quilômetros de Picos. A Fazenda da Esperança de Coroatá foi a primeira em todo o mundo a ser implantada, depois da Fazenda de Guaratinguetá, estado de São Paulo. Centenas de pessoas que passaram pelo lugar, já conseguiram vencer a dependência das drogas.

Os atuais ocupantes da Fazenda da Esperança de Coroatá ficaram muito entusiasmados com a presença de Dom Plínio, que foi recebido num clima de entusiasmo por todos os que abraçaram a proposta de combater os vícios através da prática da convivência, trabalho e da vivência da Palavra de Deus junto com a Oração.

A celebração da Missa transcorreu em clima de confiança, participação e alegria. Os participantes da Missa fizeram depoimentos nos quais relataram como caíram nas drogas e onde revelaram a eficácia do método utilizado pela Fazenda da Esperança que lhes ajudam a superar o problema.

Durante o sermão, Dom Plínio José enfatizou a importância dos presentes acreditarem que é possível vencer os problemas, inclusive a droga e todo e qualquer tipo de dependência nociva para o ser humano. O Bispo de Picos ressaltou o texto do Evangelho do dia, onde Jesus afirma ser vitorioso.

“No mundo havereis de ter aflições, mas tende bom ânimo, Eu vencí o mundo”, afirma o Mestre da Vida no texto sagrado. Ao concluir a celebração, Dom Plínio exortou os presentes a confiarem que, a exemplo de Jesus, também são capazes de vencer. “Vencer não abatendo os outros, mas vencer juntos pela força da solidariedade e do amor”, pregou Dom Plínio.

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