Cáritas Diocesana comemora o Dia Estadual da Pessoa com Deficiência

Com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre os direitos das pessoas com deficiências, respeitando seu direito de ir e vir, na próxima segunda-feira (09), o Centro de Apoio às Pessoas com Deficiências (CAPD), da Cáritas Diocesana de Picos, terá programação dedicada ao Dia Estadual da Pessoa com Deficiência, quando serão celebrados e festejados os sonhos, lutas e conquistas das pessoas com deficiências.

Comemorado em todo o Piauí, o Dia Estadual da Pessoa com Deficiência, aborda, neste ano, o tema: Ser diferente não é um problema, o problema é ser tratado diferente. Segundo a voluntária da Cáritas Diocesana, Hosana Araújo, o tema vem proporcionar à sociedade, uma reflexão de como as pessoas com deficiência são tratadas. “A grande maioria trata as pessoas especiais com diferença, como se elas nãos fossem normais. Mas elas são. Quem não tem deficiência? Não existe só a deficiência física ou mental, mas também a interior”, indaga.

A programação referente às comemorações do Dia Estadual da Pessoa com Deficiência terá início às 7h30 da manhã, na Igrejinha do Sagrado Coração de Jesus, onde acontecerá a concentração dos participantes, com o início da santa missa. Em seguida, acontece a caminhada pela avenida Getúlio Vargas, passando pela rua Santo Antônio, concluindo o momento na Catedral de Nossa Senhora dos Remédios. Logo após a missa, haverá uma confraternização e apresentações culturais, no salão paroquial.

O evento conta com a parceria de diversas instituições que trabalham com as pessoas especiais como: APAE; Secretaria Municipal de Educação; através da coordenação de educação especial; 9ª GRE, também pela coordenação de educação especial; Centro de reabilitação do Hospital Justino Luz e o Centro de reabilitação da Clínica Santa Ana.

“Queremos que todas as pessoas participem desta comemoração. Seja essa pessoa adulta, idosa, criança ou jovem. Esperamos que a sociedade de Picos marque presença forte no dia 09 de junho, até por que, em muitas famílias existem pessoas com  alguma deficiência.

Essa é uma forma de unir forças para garantir os direitos delas. Todos/as são convidados/as a acender esta luz, espalhar essa chama e fazê-la acontecer”, conclui Hosana Araújo.

COMPARTILHE:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email