Diocese de Picos realiza Assembleia Diocesana de Pastoral

Com o objetivo de avaliar a Caminhada Pastoral do ano de 2018, propor e decidir caminhos para a ação evangelizadora, a Diocese de Picos esteve reunida em Assembleia Pastoral nos dias 9 a 11 de novembro deste ano de 2018, no Centro de Treinamento Diocesano – CTD, em Picos – PI.

O evento reuniu o bispo diocesano, padres, religiosas, seminaristas e leigos e leigas representantes das diversas pastorais, movimentos leigos e associações religiosas de todas as paróquias e áreas pastorais da Diocese. Com uma programação cheia de atividades, a assembleia foi norteada pelo o tema “Igreja missionária comprometida com os pobres e sofredores da sociedade”.No início dos trabalhos, o advogado Johilse Tomaz da Silva, apresentou uma leitura da realidade, destacando os aspectos relevantes da atual conjuntura sócio-política. Começou apresentando um vídeo no qual o Papa Francisco diz que “envolver-se na política é uma obrigação para um cristão”. E também diz: “a política é uma das formas mais altas da caridade porque busca o bem comum”. Em seguida, o assessor apresentou conceitos e índices da atual conjuntura social do país e no estado do Piauí, tomando, como exemplo, o crescimento de homicídios. “O que aponta a situação de fragilidade da família, da educação, da segurança e de políticas públicas, manifesto nas Eleições Presidenciais 2018, manobradas pelo medo e pelas fake news”, afirmou.Ainda no primeiro dia, Dom Plínio José fez uma explanação sobre os encaminhamentos das proposições da 14ª da Romaria da Terra e da Água ao Governo do Estado do Piauí e as cinco proposta priorizadas encaminhadas através da Secretaria de Planejamento (SPLAN), a saber: 1ª – revisar a lei de regularização fundiária de forma participativa; 2ª – levantar, mapear e visitar as comunidades com mais conflitos: mineração, eólica, Transnordestina, Fronteiras (prioridade em fronteiras); 3ª – realizar encontros com as empresas que atuam nos territórios; 4ª – organizar e capacitar grupos para fomentar a produção de sementes criolas; 5ª – levantar a situação do para captação de recursos para construir modelo/política de convivência no semiárido. Também falou sobre as reuniões que já aconteceram com representações do Governo do Estado: SEGOV, INTERPI, SEPLAN, SDR e da Sociedade civil organizada: CNBB – Regional Nordeste 4, CPT-PI, FETAG-PI, CARITAS (Teresina, São Raimundo Nonato, Regional), Pastoral da Criança, para criação do Grupo de Trabalho (GT) e discussões sobre os encaminhamentos.

Sobre o Documento de Fortaleza, Dom Plínio informou que o mesmo é fruto do Encontro dos Bispos do Nordeste que aconteceu, em Fortaleza – CE, no período de 07 a 09 de agosto de 2018. O Encontro teve como objetivo construir linhas comuns de evangelização para o Nordeste e despertar uma comunhão maior na Conferência Episcopal Brasileira para com as Igrejas particulares da Região Nordeste.

O Documento destaca dez recomendações e compromissos pastorais para a Igreja no Nordeste: 1 – Uma Igreja centrada na pessoa de Jesus Cristo; 2 – Uma Igreja missionária; 3 – Uma Igreja Sinodal; 4 – Uma Igreja despojada e transparente; 5 – Uma Igreja honesta e transparente; 6 – Uma Igreja atenta aos jovens; 7 – Uma Igreja consciente em sua identidade e aberto ao diálogo; 8 – Uma Igreja construtora e promotora da vida; 9 – Uma Igreja profética; 10 – Uma Igreja sacramento do Reino de Deus.No segundo dia da Assembleia, Pe. Wagner Francisco de Carvalho apresentou o tema: “Formação para a evangelização: ‘cuidar dos cuidadores”. Para o Pe. Wagner Carvalho, “um projeto diocesano de formação ajuda a superar a precipitação e o improviso pastoral e alimenta os sonhos da formação inicial presbiteral,  a boa vontade dos leigos, fortalece, educa e amadurece a fé daqueles que se colocam no seguimento e na escola dos discípulos de Jesus”, afirmou. Falou também sobre a importância de colocar-se a caminho de todo o coração, pois “a formação permanente não tem a finalidade única de auxiliar na condução daqueles que servem nas pastorais e na Igreja com o objetivo de servirem melhor. Esta é uma consequência. O princípio norteador da formação é ajudar a personalizar, interiorizar e responder aos anseios que cada um que traz em seu coração a fortalecer as respostas de fé com a qual cada um é chamado a responder”, evidenciou.

Durante a Assembleia aconteceram as votações para eleição dos coordenadores das comissões pastorais. Entre os eleitos estão: Pe. Paulo Henrique da Silva Oliveira, Coordenador Diocesano de Pastoral, Pe. Wagner Francisco de Carvalho, Coordenador do Setor Formação; Seminarista Francisco Ramires Barros Moura, Coordenador do Setor Família; Pe. Gildo Coelho de Sousa, Coordenador do Setor Juventude; Pe. Francisco de Assis Sousa, Coordenador das Pastorais Sociais; Pe. José Mairton da Silva Sousa, Coordenador da Comissão Diocesana do Dízimo; Pe. Edivaldo Silva dos Santos, Coordenador da Comissão para as Vocações; Seminarista Cláudio Santana de Carvalho, Coordenador da Comissão de Liturgia; Pe. David de Sousa Barros, Coordenador da Pastoral da Comunicação; Pe. Antônio Ismael de Holanda, Coordenador da Equipe Permanente de Campanhas; Pe. Jonas Moura Batista, Coordenador da Comissão para os Leigos; Pe. João Pereira Sousa, das Associações Religiosas; Pe. Marcos Roberto Vieira, Coordenador da Caminhada da Solidariedade e da Paz.

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Síntese da Assembleia Diocesana de Pastoral 2018

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